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| Clube de Teatro e Centro de Dia de Recarei |
Este é o blogue da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Sobreira. Pretende ser um espaço quer de divulgação das atividades aí realizadas, quer de reflexão sobre temas relacionados com livros e leituras, quer ainda de disponibilização de diversos tipos de recursos.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Encontro de gerações
Hoje, a nossa BE recebeu uma visita muito importante. Cerca de 25 utentes do Centro de Dia de Recarei deslocaram-se à nossa escola para assistir a duas peças de teatro: uma adaptação do Auto da Barca do Inferno e Frei João sem Cuidados. Foi uma atividade preparada pelos alunos do Clube de Teatro. Mais uma vez, contámos com a colaboração do curso de Pastelaria, que tornou entre encontro geracional muito mais doce. Deixamos aqui algumas fotos.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
6ºA - Quando alunos, pais e professores se encontram
No mês de fevereiro, a turma
do 6ºA promoveu o primeiro encontro com os pais e os professores mas, ao
contrário de outras reuniões, este não foi dedicada, nem aos problemas da
turma, nem à avaliação. Desta vez, todos puderam desfrutar de um momento
tranquilo e relaxante. Individualmente ou em pequenos grupos, os alunos
contaram histórias do mundo com valores. Neste bonito espetáculo foi lançado às
famílias o desafio para participarem ativamente com os seus educandos no encontro
seguinte.
Assim, na sexta-feira, 8 de junho, voltamos
a juntar-nos, na Biblioteca da nossa escola e, para além de darmos voz a
fantásticos textos de vários poetas, os nossos pais e irmãos colaboraram e
tornaram as nossas apresentações bem interessantes. Na nossa opinião esta foi uma excelente
forma de convívio e diversão.
Outras turmas deveriam seguir este exemplo,
pois é um forte estímulo à aprendizagem e possibilita a aproximação dos alunos,
pais e professores.
Pedro Rocha, 6ºA
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Fotos do encontro com a escritora Adelaide Moreira
Como prometido, ficam aqui algumas fotos das turmas de 5º ano com a escritora Adelaide Moreira.
Além da agradável conversa à volta do seu livro Azuriche, o duende com asas, os nossos alunos divertiram-se muito com o teatro de sombras, que a escritora apresentou.![]() |
| Encontro com a escritora Adelaide Moreira |
terça-feira, 22 de maio de 2012
Encontro com a escritora Adelaide Moreira
No dia 28 de maio, as turmas de 5º ano vão participar no encontro com a escritora Adelaide Moreira.
Como preparação desta atividade, os alunos divertem-se com as traquinices de Azuriche, o duende com asas.Depois, vê aqui algumas fotos.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Fotos do encontro com o escritor Arsénio Mota
Como prometido, aqui ficam algumas fotos do encontro do escritor Arsénio Mota com as nossas turmas de 6º ano.
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| Encontro com o escritor Arsénio Mota |
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Novos livros na BE
Podes requisitar novos livros na BE:
- Três fábulas, de Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada (indicado para o 5º ano);
- O senhor Valéry, de Gonçalo M. Tavres (indicado para o 6º ano);
- Cão como nós, de Manuel Alegre;
- Caras e bichos caretas, de Arsénio Mota;
- O visconde cortado ao meio, de Italo Calvino (indicado para o 9º ano).
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Encontro com o escritor Arsénio Mota
No dia 2 de maio, as turmas de 6º ano vão conhecer o escritor Arsénio Mota.
Nesse dia vão poder saber mais pormenores sobre a sua vida profissional e sobre as suas obras, nomeadamente sobre o Leitão ciclista em busca do paraíso.
Depois, mostramos aqui algumas fotos.
domingo, 22 de abril de 2012
Dia Mundial do Livro
No dia 23 de abril, comemora-se o Dia Mundial do Livro.
Deixamos aqui este pequeno vídeo, elaborado a partir do livro de Lane Smith, It's a book.domingo, 15 de abril de 2012
Jornal escolar "Folhas soltas", 1º período, 2011 / 2012
Podes consultar aqui o jornal escolar "Folhas soltas" e relembrar algumas das atividades do nosso agrupamento, durante o primeiro período. Até pode ser que sejas um dos protagonistas.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de abril
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: “Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…”
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.
Francisco Hinojosa(trad. Maria Carlos Loureiro)
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